quinta-feira, 8 de setembro de 2011
#346 The Wallflowers, "Bringing Down the Horse"
Letra e música do Surfista às 09:25 0 comentários
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
#344 Sheryl Crow, "The Globe Sessions"
Letra e música do Surfista às 09:52 1 comentários
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
#322 The Byrds, "Mr. Tambourine Man"
Letra e música do Surfista às 07:42 2 comentários
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
#318 Bob Dylan, "Highway 61 Revisited"
terça-feira, 5 de julho de 2011
#281 10,000 Maniacs, "MTV Unplugged"

Esse CD quando lançado foi figurinha carimbada na maioria das reuniões de amigos que participei nos anos 90. Eu conhecia pouco dos maniacs, mas ao que parece esse acústico fez muito sucesso. Tanto que "Because the night" tocava até em algumas boates (versão remix, claro). Mas pra mim, o 10,000 Maniacs sempre me pareceu como uma banda com som muito parecido com o R.E.M., só que com menos pegada.
Não sei bem qual a fórmula, mas talvez tenha sido o conjunto arranjo pop rock (tendendo ao folk) e o belo vocal feminino de Natalie Merchant. Só sei que esse disco do 10,000 Maniacs na época era uma das poucas unanimidades entre meus amigos: tanto mulheres quanto homens se amarravam nas músicas, especialmente pra fazer um clima lounge.
Não cheguei a me empolgar muito pra comprá-lo, ou me empolguei e achei muito caro, sei lá. Mas a minha cópia eu consegui mediante um escambo: emprestei uma coletânea de raps para um amigo, que me emprestou esse CD. Como ele perdeu o meu, acabei confiscando esse pra mim. :D É um CD delicioso para uma tarde de chuva fina, friozinho, almoço caseiro, uma boa companhia... "These are days", que abre o disco, é uma das que mais curto. Merecem destaque também "Jezebel" e "Candy Everybody Wants".
A música que mais ouvi neste disco
"Because the night"
Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Este foi o último trabalho da banda com Natalie Merchant nos vocais. Logo após o lançamento do CD / vídeo, Natalie saiu em carreira solo. A única coisa legal que eu lembro de ter ouvido da carreira solo dela foi um cover de "To sir with love", fazendo dueto com o Michael Stipe (do R.E.m.). Uma pena, preferia ela no 10,000 Maniacs.
Um pedacinho do disco:
Letra e música do Navegante às 08:26 1 comentários
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
#231 Teenage Fanclub, "Bandwagonesque"

Esse já é o 3º disco do Teenage do qual falo por aqui, o que de certa forma corrobora o quanto seus trabalhos marcaram minha vida ao longo dos anos. E justamente o primeirão que eu ouvi, entre 1991 e 1992, que vem a ser o segundo trabalho da discografia da banda.
Letra e música do Navegante às 08:45 0 comentários
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sábado, 14 de maio de 2011
#229 R.E.M., "Dead Letter Office"

Numa viagem de férias, em 1993-1994, precisava de algo novo pra ouvir. No ano anterior, esse "algo novo" foi o "Automatic for the People" (do próprio R.E.M.), e nessa outra viagem pensei em repetir a dose. Ao mesmo tempo, ia com um primo de Brasília que estava se aperfeiçoando no violão e no repertório dos Beatles. Já sabia que teria de tudo do fabfour pra ouvir e cantar, mas queria levar algo mais. Eis que dei de cara com esse disco numa loja, e como já tinha virado fã da banda, comprei sem pensar muito.
Letra e música do Navegante às 08:39 0 comentários
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
#217 R.E.M., "New adventures in Hi-fi"

A banda já não é nenhuma novidade por aqui. Assumidamente minha banda preferida, e uma das preferidas do Surfista. Logo, nada estranho ser a 8ª resenha da banda que fazemos aqui (de um total de 15 discos de estúdio). Aí eu não sei se é meu olhar de fã ou não, mas é interessante como esperamos 216 resenhas pra falar nesse disco. Mas vamos a ele.
Lembro muito bem de como foi minha expectativa para o lançamento desse disco: um pouco ressabiado com o que vinha pela frente. Eu esperava que o disco anterior ('Monster') fosse um discaço depois de 'Out of Time' e 'Automatic for the People' (este último o meu preferido da banda), e no final das contas pra mim foi uma ducha de água fria (não que seja ruim, mas ao meu ver está bem abaixo dos 2 anteriores). Sai o primeiro single com amplo destaque na MTV ("E-bow the letter", uma senhora balada), mas de cara não colou no ouvido. Mesmo assim, queria ouvir o disco inteiro e tirar minhas próprias conclusões. Dito e feito: comprei o dito cujo e me enfiei dentro de casa pra ouvir com calma.
Me pareceu uma tentativa da banda de fazer uma mescla do Monster com o Automatic for the People, com uns momentos mais fortes e secos, outros mais elaborados. Algumas músicas eu gostei de primeira (como "Zither", "Electrolite", "Bittersweet me" e "New test leper"), outras demorei um pouco mais pra digerir (o caso de "E-bow the letter" e de quase todo o resto do álbum). Hoje eu gosto de quase todas as músicas (só tenho uma pequena implicância com "Wake up bomb") e considero MUITO esse disco! Mas nada assim tão perfeito e harmônico quanto o "Automatic...", mas mesmo assim um disco excelente. Daí a estranheza de ter demorado tanto tempo pra falar dele.
A música que mais ouvi neste disco
"Electrolite" é imbatível! Uma das que mais gosto do R.E.M. a partir do "Out of Time"
Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Quando estou em momentos tensos, de estresse, com a cabeça cheia de problemas ou tudo isso ao mesmo tempo, uma das minhas válvulas de escape é respirar fundo e ouvir "Zither". E também a versão acústica de "New test leper".
Um pedacinho do disco:
Letra e música do Navegante às 08:47 1 comentários
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sábado, 26 de março de 2011
#180 Simon & Garfunkel, "The concert in Central Park"

Minha história com esse disco é bem parecida com a que contei d'O Grande Encontro. Eu era um fedelho que ainda estava na transição entre músicas infantis (Balão Mágico, mas também as boas músicas de Toquinho e Vinícius para o especial "A Arca de Noé", bem como as pop-infantis de "Plunct Plact Zum", do qual falarei muito em breve). Minha irmã mais velha é do tipo que ouve sempre a mesma coisa quando gosta, e com isso eu sofri várias lavagens cerebrais quando era criança :D Uma delas foi com Simon & Garfunkel.
É sério: eu ouvia esse disco por tabela umas 10 vezes por dia! E, claro, odiava. Passaram os anos, e fui aos poucos incorporando músicas do duo estatunidense ao meu dia a dia. Quando me dei conta, me rendi de vez a esse disco, gravado num show gratuito do duo no Central Park (NY) em setembro de 1981, reunindo um público de cerca de 500 mil pessoas. No repertório, músicas deles (final da década de 60) e algumas músicas da carreira solo de Paul Simon, gravadas durante a década de 70.
Não sei dizer se é memória da infância ou não, mas algumas versões são simplesmente emocionantes: destaque para "The sounds of silence", "Scarborough Fair", "The boxer", "Bridge over troubled water" e "America".
A faixa que mais ouvi neste disco
Tanto "The sounds of silence" quanto "Scarborough Fair"
Presepada musical ou uma pequena curiosidade
A música "Scarborough Fair" não é da dupla. É uma música tradicional inglesa, cantada por bardos na Idade Média fazendo referência a uma feira anual que acontecia na cidade de Scarborough onde os feudos próximos comercializavam seus produtos, mas faz uma alusão a um amor impossível de se concretizar, onde são colocados diversos empecilhos para tal. Os dois tiveram contato com a música ao visitar a Inglaterra na década de 60 e resolveram gravar essa versão. E eu sou obcecado por essa música desde que a ouvi na trilha sonora do filme "The graduate" (que aqui se chama "A primeira noite de um homem", com um Dustin Hoffman em início de carreira)
Um pedacinho do disco:
Letra e música do Navegante às 08:49 1 comentários
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