BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »
Mostrando postagens com marcador folk rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador folk rock. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

#346 The Wallflowers, "Bringing Down the Horse"

Quantos filhos de cantores/cantoras famosos se deram bem na mesma profissão dos pais? Vamos lá: Ziggy Marley? Sean Lennon? Wanessa Camargo (sem Camargo)??? Ok, ok... a Sandy mandou bem, mas os outros citados tiveram um brilhareco aqui e outro ali. Poucos conseguiram produzir um disco tão bom quanto Jakob Dylan e os Wallflowers. Pelo sobrenome, você identifica logo a paternidade do bardo Bob, mas basta conferir a voz e a fuça do sujeito para que qulquer dúvida desapareça. Jakozinho é os cornos do pai nos anos 1960s e ainda tem a mesma voz pigarreada.

Mas vamos ao que interessa, "Bringing Down the Horse" foi o segundo CD da banda e um dos melhores dos anos 1990s - em minha opinião. Era um CD com pop até o talo, com 11 faixas doces, sem elevar a taxa de colesterol do ouvinte. Destaco "6th Avenue Heartache", "Three Marlenas", "One Headlight" e os B-Sides "Josephine" e "Invisible City", a minha favorita. Entre o pop rock, claro que ainda há a influência do folk do paizão Bob Dylan. De qualquer maneira, ele deve ter ficado orgulhoso do trabalho do filhão.


A música que mais ouvi deste disco
O disco todo é muito bom, mas "Invisible City" tem uma melancolia que faz o ouvinte viajar e pensar na vida. "This invisible city / Where no one sees nothing / We're touching faces in the dark / Feelin' pretty is so hard". Lindo!

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
"Bringing Down the Horse" foi um dos discos que mais ouvi na década de 1990. Ele me remete aos meus tempos de faculdade. Eu costuma estudar com este disco tocando. Minha concentração nos pensadores de comunicação social e sociologia durava 10 minutos. Rapidinho, eu estava com a cabeça em alguma musa. Obrigado, Jakozinho!
"Invisible City" foi uma das minhas companheiras de fossa, quando tomei um toco sofrido na Copa de 1998. Esta e "Wild Horses", dos Stones.
"Bringing Down the Horse" é sensacional para fazer clima com as mocinhas desavisadas. Trilha sonora para amaciar a carne. Experimenta e depois me fala!

Um pedacinho do disco

terça-feira, 6 de setembro de 2011

#344 Sheryl Crow, "The Globe Sessions"

Dia desses, botei este disco para tocar. Até aí, nada de extraordinário. Gosto muito da Sheryl Crow e este CD mostra bem o talento da moça. O que me espantou foi conferir a data de laçamento: 1998. Putz, "The Globe Sessions" tem 13 anos (a referência é 2011). Naquele ano, Britney Spears era novidade, Nando Reis ainda era um Titã, os Backstreet Boys eram um fenômeno, Ricky Martin ainda estava no armário, Romário ainda jogava no Flamengo e eu ainda era estagiário. Por que essas referências toscas? Ora, porque mesmo depois de 13 anos, "The Globe Sessions" continua firme, forte e atemporal.

Na boa, acho que a Sheryl Crow foi uma das raras artistas estadunidenses que se mantiveram no primeiro time sem apelar para sua própria gostosura. E olha que Sheryl é gata! Bem, "The Globe Sessions" é um disco que comprova seu talento. Além de produzir o álbum, ela é autora de 11 das 13 faixas. As duas que sobram são covers do Bob Dylan e do Guns'n'Roses. "Sweet Child O'Mine" ficou famosa na histeria do tio Axl Rose, mas ganhou meu respeito na versão folk rock deste CD. Belo disco, que vai durar mais 13 anos sem perder o punch.


A música que mais ouvi neste disco
O cover de "Sweet Child O'Mine" está no meu "Top 5 - Cover que ficou melhor que o original". Curti muito!

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Comprei "The Globe Sessions" em uma banca de discos na Cinelândia. Não sei se ainda existe, mas esta área era um clássico refúgio dos admiradores dos bons sons, com discos usados e LPs de fino trato.
"Sweet Child O'Mine" entrou na trilha sonora de "O Paizão", filme meia-boca do Adam Sandler.
"The Globe Sessions" ganhou uma porrada de prêmios entre 1998 e 1999. Merecidos, diga-se de passagem!

Um pedacinho do disco

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

#322 The Byrds, "Mr. Tambourine Man"

- Você conhece Byrds?

- Não. É legal?

O amigo que me fez a pergunta me colocou nas mãos o disco "Mr. Tambourine Man" e mandou que eu comprasse e ouvisse. No dia seguinte, ele me perguntaria sobre o que achei. Ouvi no mesmo dia. E no dia seguinte. E no seguinte, e no seguinte e, durante muito tempo, ouvi sem parar. É o tipo de som que agrada fãs de diferentes estilos. É música boa e ponto!

"Mr. Tambourine Man" é delicioso da primeira à 12ª e última faixa. Cada canção tem a atmosfera dos anos 1960s, com guitarra suave, vocais doces e percussão com pandeirola. Tem o espírito musical dos Estados Unidos, mas também DNA musical dos Beatles, que invadiam as praias americanas como um tsunami britânico. "Mr. Tambourine Man" surgiu como um álbum formidável e nunca ficou datado. Se lançado hoje em dia, entre Justins Biebers, Shakiras e emos, seria igualmente atual e formidável. E olha que os garotos já usavam aquele penteado "vaca-lambeu".

A música que mais ouvi neste disco
Covardia! "Mr. Tambourine Man" é logo a primeira música.

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
E muita gente boa ouviu este disco além de mim. O R.E.M., por exemplo, que já declarou ser muito influenciado pelos Byrds. Ouvindo ambos, faz sentido.
Do repertório de "Mr. Tambourine Man", quatro canções são de autoria de Bob Dylan. Incluindo a faixa-título.

Um pedacinho do disco

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

#318 Bob Dylan, "Highway 61 Revisited"

Imagina uma maleta com 10 milhões de dólares. Talvez você nunca tenha chegado perto de um volume com esse montante, mas tenho certeza que sabe o valor e a importância dele. Assim era (e ainda é, de certa forma) a minha relação com Bob Dylan. Eu sempre soube do quanto o cara é essencial para a música e para a cultura pop em geral, mas nunca me aproximei muito. Um dos primeiros contatos foi "Highway 61 Revisited".

Confesso que o meu link com Bob foi o cover "Like a Rolling Stone", gravado por Mick, Charlie, Ron e Keith – os próprios Rolling Stones. Gostei tanto da canção que fui imediatamente estimulado a fuçar a obra do bardo. Em "Highway 61 Revisited", onde "Like a Rolling Stone" foi originalmente gravada, há uma porção de outras canções que tornam este disco essencial. Na própria discografia de Bob, "Highway 61 Revisited" é um marco, pois foi o momento em que ele abraçou a guitarra e abandonou um pouco a imagem de bicho-grilo-tocador-de-violão. Estamos falando de 1965, onde uma transição do acústico para o elétrico tinha um eco imenso entre fãs e críticos. Bob não deu bola para o que os outros pensariam e fez um discaço, com o que há de melhor na música americada: blues, country, jazz, folk e rock. Imprescindível!


A música que mais ouvi neste disco
"Like a Rolling Stone" me levou a este disco, mas "Tombstone Blues" foi a canção que ouvi várias e várias vezes.

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Já com certa admiração por Bob Dylan, muito graças ao excelente "Highway 61 Revisited", fui ao show dele aqui no Rio. Comprei o ingresso e me mandei para a HSBC Arena sozinho e com o coração aberto. Cara, acho que foi o pior show da minha vida. Arrastado e excêntrico, Bob "desconstruiu" e avacalhou todos os seus clássicos e abusou da voz pigarreada. Decepção!

Um pedacinho do disco


terça-feira, 5 de julho de 2011

#281 10,000 Maniacs, "MTV Unplugged"


Esse CD quando lançado foi figurinha carimbada na maioria das reuniões de amigos que participei nos anos 90. Eu conhecia pouco dos maniacs, mas ao que parece esse acústico fez muito sucesso. Tanto que "Because the night" tocava até em algumas boates (versão remix, claro). Mas pra mim, o 10,000 Maniacs sempre me pareceu como uma banda com som muito parecido com o R.E.M., só que com menos pegada.

Não sei bem qual a fórmula, mas talvez tenha sido o conjunto arranjo pop rock (tendendo ao folk) e o belo vocal feminino de Natalie Merchant. Só sei que esse disco do 10,000 Maniacs na época era uma das poucas unanimidades entre meus amigos: tanto mulheres quanto homens se amarravam nas músicas, especialmente pra fazer um clima lounge.

Não cheguei a me empolgar muito pra comprá-lo, ou me empolguei e achei muito caro, sei lá. Mas a minha cópia eu consegui mediante um escambo: emprestei uma coletânea de raps para um amigo, que me emprestou esse CD. Como ele perdeu o meu, acabei confiscando esse pra mim. :D É um CD delicioso para uma tarde de chuva fina, friozinho, almoço caseiro, uma boa companhia... "These are days", que abre o disco, é uma das que mais curto. Merecem destaque também "Jezebel" e "Candy Everybody Wants".

A música que mais ouvi neste disco
"Because the night"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Este foi o último trabalho da banda com Natalie Merchant nos vocais. Logo após o lançamento do CD / vídeo, Natalie saiu em carreira solo. A única coisa legal que eu lembro de ter ouvido da carreira solo dela foi um cover de "To sir with love", fazendo dueto com o Michael Stipe (do R.E.m.). Uma pena, preferia ela no 10,000 Maniacs.

Um pedacinho do disco:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

#231 Teenage Fanclub, "Bandwagonesque"


Esse já é o 3º disco do Teenage do qual falo por aqui, o que de certa forma corrobora o quanto seus trabalhos marcaram minha vida ao longo dos anos. E justamente o primeirão que eu ouvi, entre 1991 e 1992, que vem a ser o segundo trabalho da discografia da banda.


Como já disse antes, durante um bom tempo estavam no rol das minhas bandas prediletas, já foram comparados aos Beatles (o que é relativamente comum na mídia britânica com cada banda nova que desponta por lá, vide Oasis), mas de uns tempos pra cá fui perdendo o interesse. Acho que pode ser por causa da minha decepção com o "Songs from Northern Britain", que sucedeu o ótimo "Grand Prix". De qualquer forma, eu lá no fundinho ainda queria ver um show deles, em nome dos discos anteriores. Eis que meu sonho se realizou há 4 dias, no Circo Voador, cerca de 20 anos desde a primeira vez que ouvi "Star sign" num clipe da MTV. E foi aí que tudo começou a fazer sentido.

O impacto desse álbum de capa extravagante foi muito maior do que eu imaginava. Além de "Star sign", lembro dos vários momentos que ouvi "December", imaginando o pé na bunda que o cara levou pra querer assassinar dezembro. Lembro também daquele finalzinho gostoso de "The concept", onde as guitarras distorcem sem ferir o belo arranjo vocal entremeado por teclados. E como esquecer cada viagem mental que eu tinha ao ouvir "Alcoholiday", com letra e melodia que vão muito além do trocadilho feliz do título? É, não dava pra deixar esse disco de lado de jeito nenhum...

A música que mais ouvi neste disco
Uma dessas 4 que citei... Muito provavelmente "The concept"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Olha, essas músicas marcaram muitos momentos importantes meus, difícil escolher um. Fico com tudo que passou pela minha cabeça ao ouvir "Alcoholiday" ao vivo ontem, com o Norman Blake cantando a poucos metros, público de fãs delirando com esse resgate de uma música tão antiga da discografia deles. E a sensação de que faltava alguém ali comigo.

Um pedacinho do disco:

sábado, 14 de maio de 2011

#229 R.E.M., "Dead Letter Office"


Numa viagem de férias, em 1993-1994, precisava de algo novo pra ouvir. No ano anterior, esse "algo novo" foi o "Automatic for the People" (do próprio R.E.M.), e nessa outra viagem pensei em repetir a dose. Ao mesmo tempo, ia com um primo de Brasília que estava se aperfeiçoando no violão e no repertório dos Beatles. Já sabia que teria de tudo do fabfour pra ouvir e cantar, mas queria levar algo mais. Eis que dei de cara com esse disco numa loja, e como já tinha virado fã da banda, comprei sem pensar muito.


Lá fomos nós pra Marataízes (ES), nos áureos tempos de ter 2 meses de férias no verão. Entre uma fita e outra dos Beatles, coloquei a que gravei desse aqui. Caiu muito bem no espírito da viagem! Algumas músicas (como a versão acústica de "Gardening at night") remetem direto àquela preguicinha pós praia da viagem. Dos Beatles, a que chegou mais perto foi "I'm so tired" :D

Basicamente formado por lados B de singles e versões cover de outros artistas, "Dead Letter Office" para o R.E.M. seria a resposta para a pergunta: De onde viemos? Eu sinceramente não sei a reação de alguém que só curte algumas coisas de R.E.M. ao ouvir esse disco, mas pra quem é fã é diversão garantida ver os covers feitos de músicas do Velvet Underground (em especial "Femme Fatale", que também foi regravada pelo Duran Duran alguns anos depois, e "Pale Blue Eyes", regravada por Marisa Monte) e a versão para "Toys in the attic", do Aerosmith. Das próprias, destaque para "Gardening at night", "Wolves, lower" e "White tornado" (instrumental que eu me amarro)

A música que eu mais ouvi neste disco
Fico entre "Pale Blue Eyes" e "Wolves, lower"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Alguém aí tem alguma música emblemática de uma paixonite avassaladora da adolescência que termina com um pé na bunda? Pois é, a minha é "Femme fatale" (versão do R.E.M.)

Um pedacinho do disco:


segunda-feira, 2 de maio de 2011

#217 R.E.M., "New adventures in Hi-fi"


A banda já não é nenhuma novidade por aqui. Assumidamente minha banda preferida, e uma das preferidas do Surfista. Logo, nada estranho ser a 8ª resenha da banda que fazemos aqui (de um total de 15 discos de estúdio). Aí eu não sei se é meu olhar de fã ou não, mas é interessante como esperamos 216 resenhas pra falar nesse disco. Mas vamos a ele.

Lembro muito bem de como foi minha expectativa para o lançamento desse disco: um pouco ressabiado com o que vinha pela frente. Eu esperava que o disco anterior ('Monster') fosse um discaço depois de 'Out of Time' e 'Automatic for the People' (este último o meu preferido da banda), e no final das contas pra mim foi uma ducha de água fria (não que seja ruim, mas ao meu ver está bem abaixo dos 2 anteriores). Sai o primeiro single com amplo destaque na MTV ("E-bow the letter", uma senhora balada), mas de cara não colou no ouvido. Mesmo assim, queria ouvir o disco inteiro e tirar minhas próprias conclusões. Dito e feito: comprei o dito cujo e me enfiei dentro de casa pra ouvir com calma.

Me pareceu uma tentativa da banda de fazer uma mescla do Monster com o Automatic for the People, com uns momentos mais fortes e secos, outros mais elaborados. Algumas músicas eu gostei de primeira (como "Zither", "Electrolite", "Bittersweet me" e "New test leper"), outras demorei um pouco mais pra digerir (o caso de "E-bow the letter" e de quase todo o resto do álbum). Hoje eu gosto de quase todas as músicas (só tenho uma pequena implicância com "Wake up bomb") e considero MUITO esse disco! Mas nada assim tão perfeito e harmônico quanto o "Automatic...", mas mesmo assim um disco excelente. Daí a estranheza de ter demorado tanto tempo pra falar dele.

A música que mais ouvi neste disco
"Electrolite" é imbatível! Uma das que mais gosto do R.E.M. a partir do "Out of Time"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Quando estou em momentos tensos, de estresse, com a cabeça cheia de problemas ou tudo isso ao mesmo tempo, uma das minhas válvulas de escape é respirar fundo e ouvir "Zither". E também a versão acústica de "New test leper".

Um pedacinho do disco:

sábado, 26 de março de 2011

#180 Simon & Garfunkel, "The concert in Central Park"


Minha história com esse disco é bem parecida com a que contei d'O Grande Encontro. Eu era um fedelho que ainda estava na transição entre músicas infantis (Balão Mágico, mas também as boas músicas de Toquinho e Vinícius para o especial "A Arca de Noé", bem como as pop-infantis de "Plunct Plact Zum", do qual falarei muito em breve). Minha irmã mais velha é do tipo que ouve sempre a mesma coisa quando gosta, e com isso eu sofri várias lavagens cerebrais quando era criança :D Uma delas foi com Simon & Garfunkel.

É sério: eu ouvia esse disco por tabela umas 10 vezes por dia! E, claro, odiava. Passaram os anos, e fui aos poucos incorporando músicas do duo estatunidense ao meu dia a dia. Quando me dei conta, me rendi de vez a esse disco, gravado num show gratuito do duo no Central Park (NY) em setembro de 1981, reunindo um público de cerca de 500 mil pessoas. No repertório, músicas deles (final da década de 60) e algumas músicas da carreira solo de Paul Simon, gravadas durante a década de 70.

Não sei dizer se é memória da infância ou não, mas algumas versões são simplesmente emocionantes: destaque para "The sounds of silence", "Scarborough Fair", "The boxer", "Bridge over troubled water" e "America".

A faixa que mais ouvi neste disco
Tanto "The sounds of silence" quanto "Scarborough Fair"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
A música "Scarborough Fair" não é da dupla. É uma música tradicional inglesa, cantada por bardos na Idade Média fazendo referência a uma feira anual que acontecia na cidade de Scarborough onde os feudos próximos comercializavam seus produtos, mas faz uma alusão a um amor impossível de se concretizar, onde são colocados diversos empecilhos para tal. Os dois tiveram contato com a música ao visitar a Inglaterra na década de 60 e resolveram gravar essa versão. E eu sou obcecado por essa música desde que a ouvi na trilha sonora do filme "The graduate" (que aqui se chama "A primeira noite de um homem", com um Dustin Hoffman em início de carreira)

Um pedacinho do disco: