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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

#336 Spin Doctors, "Pocket Full of Kryptonite"

Quem viveu o início dos anos 1990s sabe que, naquela época, as opções para descolar um disco era comprar na loja ou gravar em k7. Na segunda alternativa, era necessário que alguém tivesse o álbum que você queria. Como pouca gente ouvia as músicas que eu gostava nesta época, eu era obrigado a comprar os CDs. Nessa onda, vários títulos esquisitões foram parar na minha vitrola. Entre eles, o Spin Doctors.

A banda alcançou o sucesso graças ao single "Two Princes", que era e ainda é muito legal. A música tinha uma guitarra grudenta, um ritmo dançante e logo ganhou os adolescentes. Eu estava neste grupo e comprei "Pocket Full of Kryptonite". Gravei "Two Princes" em uma fitinha com outros canções da moda e ouvi o CD umas três ou quatro vezes mais. Desde então, nunca mais. Até lembrar dele para escrever no blog.

Enfim, o Spin Doctors virou mais um "one-hit-wonder", isto é, aqueles artistas que emplacaram apenas um megassucesso e só! Bem-vindo ao clube do Chumbawamba, Deee Lite, Fastball e Inner Circle, dentre outros!

A música que mais ouvi neste disco
Por razões já explicadas, "Two Princes".

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
A tal fitinha que gravei na época fez lá o seu sucesso. Tinha "Two Princes", "Unforgiven", "Losing my Religion" e outras que não lembro.
Em "Pocket Full of Kryptonite", outra música que era divertidinha era "Little Miss Can't be Wrong".
Na época, eu achava que o Spin Doctors podia ser um novo Red Hot Chili Peppers.

Um pedacinho do disco

domingo, 28 de agosto de 2011

#335 Madonna, "The Immaculate collection"

Houve uma fase da minha adolescência que minha verve musical foi contagiada por uma novidade: cantores, cantoras e bandas do showbiz mundial passaram a gravavam filmes curtos, embalados por suas músicas. Muitos deles tinham algum tipo de encenação (com alguma relação com a música), mas quase todos mostravam-nos cantando em algum momento. Sim, estou falando do videoclipe. Dentre os vários memoráveis da década de 80 (o "Thriller" de Michael Jackson e o "Money for nothing" do Dire Straits, por exemplo), mas não dá pra falar de videoclipe sem citar a Madonna.


Foram esses vídeos que me despertaram para a música dessa cantora americana ainda nos anos 80. Ainda não existia TV a cabo por aqui (estranho dizer isso, parece que existe desde sempre :D), então dependíamos da boa vontade da TV aberta. Primeiro, com o excelente FM TV, que passava na finada TV Manchete. Pouco depois, o fanfarrão mor BB Videoclipe, na TV Record. E é engraçado, pois só de ouvir os primeiros acordes de "Borderline" eu me lembro da época, ainda que eu não lembre do clipe. Mas os que vieram a seguir ficaram marcados na memória de muita gente: a perfomance a la Marilyn Monroe em "Material girl", a historinha latina de "La isla bonita" e as polêmicas cruzes em chamas de "Like a prayer". E para ter isso tudo pertinho do ouvido, Madonna lançou a coletânea "The Immaculate collection", que na minha opinião resume bem tudo de bom que ela lançou. No máximo incluiria "Beautiful stranger" e "Frozen", lançadas mais adiante. Disco obrigatório!

A música que mais ouvi neste disco
"Borderline", por uma questão de memória sentimental mesmo

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Ok, vou confessar: "Borderline" me lembra muito uma amiga de uma das minhas irmãs (ambas mais velhas), dos tempos de escola. Era loirinha, gatinha e tinha uma pinta semelhante a da Madonna. Sabendo-se que eu era um pirralho pré-adolescente com hormônios fervilhantes nas veias, não preciso fazer um tratado de amor platônico, né ?

Um pedacinho do disco:

sábado, 27 de agosto de 2011

#334 Trilha Sonora, "High Fidelity"

As pessoas que gostam de música, gostam muito mesmo e procuram conhecer mais e mais sobre o assunto, têm uma boa carga de arrogância. São bem pedantes mesmo. Muito da graça de "Alta Fidelidade" é como alguns dos personagens são pedantes quando o assunto são os seus CDs. E olha que a história gira em torno de um dono de vinis usados que adora fazer listas. Após um dolorido pé-na-bunda, ele lista os 5 maiores rompimentos ("break-ups") da sua vida. Enquanto reflete sobre suas ex-namoradas, o protagonista mergulha em seus milhares de álbuns. Vem cá, a trilha sonora de um filme desse não poderia ser ruim, né?

"Alta Fidelidade" é um dos meus filmes favoritos e também uma das trilhas sonoras mais legais que tenho. Com um repertório altamente alternativo, Bob Dylan e Stevie Wonder são os mais populares, fazendo o meio-campo para The Velvet Undergrounf, Beta Band, Stereolab, Elvis Costello e Sheila Nicholls. Entre as 15 faixas, a mais surpreendente é a de Jack Black. O cara dos Pixies? Não, o ator gordinho de "Escola do Rock", dentre outros. Além de construir um personagem hilário, ele tira onda cantando "Let's Get it On", imortalizada na interpretação molha-calcinha de Marvin Gaye.

A música que mais ouvi neste disco
Ah, gostei muito da desconhecida Beta Band, mas Jack Black esculacha em "Lets Get It On".

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Este filme é baseado no livro do inglês Nick Hornby, um dos escritores mais antenados na cultura pop de todos os tempos. Eu ganhei o livro de uma garota e tem uma dedicatória fofa dentro.
Eu sou pedante com música. Confesso. Por isso, eu me identifico com este filme.
Também adoro fazer listas.

Um pedacinho do disco

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

#333 Us3, "Hand on the torch"

Aposto que muita gente hoje acha cool ouvir mistura de dance com tango, e baba litros pelo Gotan Project. Não precisam dizer que sim, eu sei disso: Gotan Project é mesmo muito maneiro :D E porque tô falando deles num post do US3? Simples: o US3 foi a mistura cool que pintou nas pistas nos anos 90.


Até então inusitada, a mistura de jazz com rap e hip hop casou perfeitamente e invadiu as pistas de dança do mundo inteiro. "Cantaloop" era obrigatória, desde festinhas de 15 anos até as mais badaladas boates da cidade. E graças ao sucesso dessa música, quis beber mais dessa fonte e comprei o CD. Muito bem feito e tals, mas não me empolgou. Gostei também da música "Tukka Yoot's Riddim" (não me perguntem o que significa, não faço idéia!), mas o resto do CD não me empolgou. Num desses troca trocas, passei adiante. Outro dia só por curiosidade fui no Grooveshark pra ouvi-lo de novo, e que surpresa! É bem diversificado e gostoso de ouvir. Acho que na época eu talvez não tivesse maturidade musical pra gostar do disco.

A música que mais ouvi neste disco
"Cantaloop", claro.

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Ok, não vou deixar vocês com dúvida aí do outro lado. Tukka Yoot é um dos vocalistas que participou do disco, e "Riddim" é na verdade um jeito descolado de escrever Rythm. O US3 basicamente existe desde a década de 90, mas de fixo só o produtor (inglês, claro): a cada disco, chamam vários profissionais pra trabalhar nas músicas, sempre baseadas em samples de clássicos do jazz americano e misturando ritmos modernos (até drum 'n bass entra nessa)

Um pedacinho do disco:


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

#332 Jota Quest, "De Volta ao Planeta"

Essa resenha estava programada para ser publicada daqui a alguns dias. Mas, com a estreia de "Planeta dos Macados - A Origem", decidi botar o texto para hoje e fingir coincidência.

O Jota Quest já foi foco de discussões entre mim e os meus amigos. Na verdade, a maioria deles detesta a simpática banda mineira. Para mim, eles não fedem nem cheiram. Na verdade, mais cheiras do que fedem. O ponto unânime é que o grupo tem o mérito de ter um cantor com personalidade vocal. Assim como O Rappa ou a Legião Urbana, quando você ouve uma música dos caras, não há dúvida: é Jota Quest.

Depois de um disco de estreia divertidinho (quando ainda eram J. Quest), Rogério Flausino e seus blue caps continuaram apostando no pop com forte influência da black music em "De Volta ao Planeta". E com a voz vibrante de Rogério, casou direitinho. Em sua maioria, as canções têm swing, balanço, musicalidade e influência dos anos 1970s.

Enfim, "De Volta ao Planeta" tem como destaques a faixa-título, "Sempre Assim", "35" e a baladinh "Fácil". Putz, eu lembro como "Fácil" tocou. Como o Jota Quest é popular, esta musiquinha era executada em todo lugar onde tivesse volume, isto é, das AMs do povão até às FMs descoladas e emissoras diversas. Era de enlouquecer. Quase na mesma onda, veio o "O Vento". Aí o Jota Quest se consagrou como uma das bandas que mais tocaram em exposições agropecuárias. Ponto para eles!


A música que mais ouvi neste disco
"Fácil, extremamente fácil. Pra você e todo mundo catar junto". Que refrão mais oportuno.

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
"35" que tem uma introdução que lembra "Hera Venenosa", cuja versão foi gravada pela querida Rita Lee Jones.
Graças ao sucesso de "Fácil", "De Volta ao Planeta" e "O Vento", o segundo disco do Jota Quest vendeu nada menos que 1.500.000 cópias. É um número digno de Ivete Sangalo! E tome exposição agropecuária.
Wilson Sideral, irmão do Rogério Flausino, foi compositor de muitas canções deste CD. Pouco depois, tentou a sua sorte do mercado fonográfico. Não foi muito bem. Na minha opinião, a voz era muito parecida com a do vocalista do Jota Quest.

Um pedacinho do disco

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

#331 Vários, "Back to new wave - parte 2"

Falei do volume 1 e deixei esse de lado, que injustiça! É mais um CD com verdadeiras pérolas do pop / rock / new wave nacional dos anos 80, mas que é bem difícil de achar. Se fosse relançado hoje, fatalmente estaria relacionado a Festa PLOC, pois é base para o que tocam nessas festas. Mais do que musicalmente bem feitas, as músicas dessa época eram em sua maioria cheias de bom humor.


O volume 1 foi o que eu mais ouvi pois foi o primeiro que comprei, mas analisando friamente acho esse aqui bem melhor. Léo Jaime aparece logo com duas músicas: a melosa "A vida não presta" e o melô do bambolê "Conquistador barato". Rádio Táxi também tem 2 músicas nessa coletânea, ambas de trilhas sonoras de filmes nacionais: "Garota dourada" (da trilha do filme de mesmo nome) e "Dentro do coração", que toca em um dos momentos mais engraçados de "Os normais - o filme". Completam o CD a impagável "Menina veneno" de Ritchie, o clássico "Ti ti ti" da banda Metrô, o "Olhar 43" do RPM, a controversa "Masculino e feminino" de Pepeu Gomes e a divertida "Eh! Oh!" de Dr. Silvana e Cia. Não parece repertório de festa anos 80 ?

A música que mais ouvi neste disco
A mais brega de todas, "Menina veneno"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
A ex-VJ Babi (Xavier) faz uma ponta em um dos videoclipes de Léo Jaime nos anos 80. Enquanto ele chora as mágoas, ela aparece sem roupa, só com uma guitarra cobrindo o corpo, cigarro no canto da boca, e cara de poucos amigos. Chega a ser constrangedor de tão tosco. Eu tenho quase certeza que é da música "A vida não presta", mas não achei no Youtube... :(

Um pedacinho do disco:


terça-feira, 23 de agosto de 2011

#330 Cássia Eller, "Acústico MTV"

Ah, os acústicos que tanto odiamos e adoramos. Pode ser a redenção de uns e a queimação de outros. No caso da Cássia Eller, achei que foi precipitado. "Tsc, tsc, tsc... com tanto pela frente, já gravando uma coletânea", pensei. Mal sabia eu que o destino, brincalhão e maroto, tinha armado seus pauzinhos para que o disco desplugado de Cássia fosse o seu adeus.

Ok, ok, este primeiro parágrafo foi dramático e piegas. Não resisti!

Bom, "Acústico MTV" mostra que Cássia tinha talento e recursos para interpretar vários estilos com segurança e personalidade. No balaio de compositores, a cantora abraça as obras de Chico Buarque, Marisa Monte, Cazuza, Renato Russo, Nação Zumbi, o rapper Xis e até o Riachão, que é lendário na Bahia, mas eu nunca tinha ouvido falar. Esqueci de mencionar o Nando Reis? Nãããão. Como poderia fazer tal blasfêmia. "Acústico MTV" foi a festa de casamento entre a intérprete e o seu compositor favorito. Tem "Relicário", "Luz dos Olhos" e "O Segundo Sol", que nasceram na cabecinha ruiva de Nando, mas ganharam o mundão na voz poderosa de Cássia.

Acredito que este é um dos melhores unpluggeds produzidos pela ême-tê-vê.


A música que mais ouvi neste disco
"Malandragem", talvez. Ou "Relicário". Dúvida...

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
O disco foi gravado em março de 2001. Cássia faleceu em dezembro do mesmo ano. Estava na turnê do álbum.
Posso dizer que Cássia Eller foi a nossa Amy Winehouse?


Um pedacinho do disco:

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

#329 Coldplay, "X&Y"

Esse disco foi lançado no auge da minha fixação pelo Coldplay, graças principalmente ao "A rush of blood to the head". Eu vivia um período de vida bem conturbado, mas que culminou em uma transformação muito positiva na minha vida: minha volta definitiva ao esporte. Mais precisamente ao mergulho e ao remo.


Lembro bem de gravar músicas desse CD no MP3 pra ouvir numa viagem a Três Rios, onde ia fazer rafting com amigos, em pleno carnaval de 2006. Eu ainda não tinha dado a atenção devida ao disco, logo pode-se dizer que foi na viagem que eu realmente descobri as músicas. De cara, torci o nariz para o primeiro single do disco, "Fix you". No caso, foi uma mera expectativa não atendida: eu imaginava que eles viriam com uma música com o mesmo punch de "Clocks", do disco anterior. Felizmente foi só uma primeira impressão distorcida, porque "Fix you" é uma delícia de se ouvir (até melhor do que "The scientist", a baladinha no mesmo estilo que figura no trabalho anterior).

Mas a música que eu esperava ouvir estava ali no disco, só faltava descobri-la: "Talk" e "The hardest part", qualquer uma delas bate um bolão. "Speed of sound" também é legalzinha, mas nada demais. As outras não tem vocação para hits, mas são bem gostosas de ouvir de bobeira, enquanto lê um livro, aprecia uma paisagem, pensa na vida, etc (em especial "A message" e "Swallowed by the sea").

A música que mais ouvi neste disco
"The hardest part"

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Antes do X&Y, teve um show do Coldplay por aqui por um bom preço, e a banda ainda não era conhecida do grande público. Esnobei, porque só conhecia umas 3 ou 4 músicas. Em 2006 eles vieram aqui de novo pela turnê do X&Y, mas os ingressos esgotaram em poucas horas e eu não consegui ir. Agora que venha o Rock in Rio: meu ingresso já está garantido.

Um pedacinho do disco:


domingo, 21 de agosto de 2011

#328 Green Day, "American Idiot"

O Green Day sempre foi uma baanda divertida. Acordes ligeiros, bom vocal e vigor adolescente. Só faltava o engajamento político que caracteriza os punks. Para mostrar que eles também têm consciência social (pincei este termo de "Tropa de Elite"), o álbum "American Idiot" chegou às lojas em 2004, ápice da administração de George W. Bush.

A intenção até foi boa. O título "American Idiot" é audacioso e tals. Comprei o disco e achei bem legal, mas sejamos sinceros e sem hipocrisias: quando um CD de protesto vende milhões e ganha prêmios na MTV, há alguma fora da ordem, não? Punk que é punk não é comercial. Punk que é punk não grava música com 9 minutos de duração. Está lá no estatuto dos punks, pô! De qualquer forma, foi uma bandeira levantada pelo Green Day e tem o seu valor. Tirando a minha crítica turrona e ranzinza, "American Idiot" é um CD maduro e maneiro.


A música que mais ouvi neste disco
"Jesus of Suburbia" é legal, mas é muito longa. Muito épica. "Holiday" vai direto ao ponto em menos tempo. Bem legal!

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
Recentemente, o Green Day foi eleito a melhor banda punk de todos os tempos, batendo Ramones, Black Flag, Sex Pistols e The Clash. É a mesma moçada que vota no Maradona em eleições da internet sobre o melhor jogador de futebol de todos os tempos.
"American Idiot" está entre os 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame.
Segundo os coleguinhas da wikipedia, "American Idiot" vendeu 14 milhões de discos ao redor do mundo.
Acho que o Green Day é a grande ausência do Rock in Rio 2011.
Ok, ok, ok... "American Idiot" é do car@#@#$@#$!!!!

Um pedacinho do disco

sábado, 20 de agosto de 2011

#327 Tears for Fears, "Songs from the big chair"

Comentei com uma amiga que ia escrever um post sobre o Tears for Fears. "Quem?", perguntou ela. "HEREGE!", respondi. Ok, os caras saíram de cena na década de 90, mas seu legado musical se perpetua até hoje. Esse disco, que vem a ser o segundo desse duo britânico, fez um grande sucessos nas paradas britânica e americana, e é o mais vendido deles. (ps: já repararam que só dá britânico por aqui? Juro que não é implicância minha com os yankees). E foi só assoviar os primeiros acordes de "Head over heels" pra que ela se lembrasse.


Ouvi um bocado esse LP na época, mas confesso que acabava me atendo mais aos grandes sucessos. Por ser um disco bastante representativo para a banda e para a época, os sucessos não são poucos: "Head over heels", "Shout" e "Everybody wants to rule the world" tinham presença garantida na maioria das festinhas. As outras eu nem curtia muito, confesso.

A música que mais ouvi neste disco
"Everybody wants to rule the world", que inclusive tocava nas cenas finais do filme Academia de Gênios (Real genius, um dos primeiros do Val Kilmer)

Presepada musical ou uma pequena curiosidade
A banda é apelidada por muitos de "tias fofinhas" (em alusão à fonética do nome em inglês), num caso raro onde até os fãs radicais aceitam o pejorativo sem se revoltar.

Um pedacinho do disco: